Os seios jovens estão expostos sob a luz pálida do luar
Onde o sangue da virgindade escorre
Junto à essência que ele consegue sentir arder dentro dele
Pecado e miséria reinam furiosamente nesse império delirante
E toda a inocência que há nessa vida morre nas mãos de homens que já foram santos
"Cala-te! Ouçamos".
O silêncio de um delicioso fim se apodera
O desconhecido está à espreita
E ele não se detém
Levarei o vinho de encontro a tua boca
E meu corpo aquecido pelas noites solitárias
Para assim você me interromper como quiser

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