terça-feira, 15 de setembro de 2015

- há tanta dor no mundo. É tão bom saber que não faço parte disso.
- eu pisaria de pés descalços sobre cacos de vidro por voçê, Olivia.
Estamos deitados, nus, as mãos entrelaçadas, refletindo sobre os mais variados assuntos. Ele derrama o vinho sobre meu peito e o lambe. Sinto um arrepio eletrizante percorrer pelo meu corpo. Eu o amo. Intensamente.
- quando vamos partir?
- em breve.
- não se demore.
- não te preocupes, minha cara.
Toda a mágoa que em mim existia era por ele sugada. Era como se, ao lado de Jonathan, só existisse paz e serenidade.
 
 
- DELÍRIOS
 
 


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