Eu vi os restos de spleen a me abandonar nessa rua inerte e solitária
Presos pelo meu desapego
Eles voaram saltitantes como colibris
Voluptuosos, tenebrosos
Um brinde a uma vida mais excitante
E que eu continue sobrevivendo do gozo desses vultos ordinários
Seus olhos, a iluminar-se de prazer.
E eu, intacta, a observá-los

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